09 - Podcast - Do Rádio à História (Djalma Andrade)


Uma das entrevistas mais divertidas que fizemos desde o início do Trepa Bode, muitas risadas e grandes Histórias dos primórdios do Rádio vitoriense, venha conhecer os bastidores do rádio aqui na cidade. Além disso, nós abordamos o lançamento do Curta/Documentário, "A Hecatombe do Rosário" que teve a produção do nosso amigo Djalma Andrade, venha curtir esse episódio aprender e se divertir.






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Comentários

  1. Olá Trepabodistas!
    Feriadão com podcast é muito melhor, viu.

    Também sou ouvinte de rádio. No meu carro os colunistas, comentaristas, os âncoras dos programas são meus insubstituíveis companheiros de viagem.

    Esse hábito de "surfar" nas ondas do rádio veio do meu falecido avô. "Seu" Valeriano era assíduo ouvinte das modas de viola (sucesso absoluto no interior de Goiás) e o pequeno Leandro passou muitas tardes ouvindo "causos" ao som de Tonico e Tinoco, Milionário e José Rico, Inezita Barroso, Almir Sater, Tião Carreiro e Pardinho, Rolando Boldrin, João Mineiro e Marciano e tantas outras grandes vozes da
    música caipira.

    Impossível não associar o nome do convidado ao inesquecível Djalma Jorge Show, na Jovem Pan. Adorava!
    A Transamérica também me traz ótimas lembranças de quando um dos meus professores de artes (beijo prof. Cláudio Falcão) tinha um quadro de humor divertidíssimo onde interpretava a empregada doméstica Gorete.

    Mofo 80 era o programa que passava na rádio aos sábados, logo antes de O Som na Cidade? Eu ouvi algumas vezes. Muita nostalgia envolvida com aquelas músicas da minha infância.

    Foram maravilhosas todas essas histórias de bastidor que vocês contaram pra gente. Sensacional a história do casal que conheceu o Djalma na rádio. Acho que minha reação seria parecida com a do sujeito (provavelmente eu não usaria as mesmas palavras). É muito estranho perceber que a imagem mental que a gente faz das pessoas normalmente está completamente errada. Como assim o Ricardo Boechat era um velhinho careca? A carta do ouvinte e a não-entrevista com o João Gordo também foram demais.

    Ah, que honra ser citado no episódio. A interação entre produtores e ouvintes é uma das coisas que eu mais gosto nos podcasts. Fiquei feliz de verdade.

    Eu tenho esse hábito de tentar visualizar o lugar onde os acontecimentos históricos ocorreram. Acho que enriquece a experiência a gente ver, por exemplo, a estação de trem da cidade e imaginar um exército se deslocando e desembarcando aí. Como teria sido o burburinho de toda aquela gente, a dispersão das pessoas pela cidade à partir da estação, uma senhora olhando pela janela todos aqueles soldados e temendo porque seu filho mais velho poderia ter de seguir viagem com o exército, enfim... A história é uma coisa maravilhosa de se estudar e conhecer.

    A Hecatombe do Rosário me lembrou muito a relação entre Campolargos e Vacarianos (e seus desdobramentos ao longo das décadas) descritas por Érico Veríssimo em seu livro Incidente em Antares (leiam!). Eu estou nesse exato momento procurando imagens e descrições de ruas, praças, bairros, etc, e muito curioso e com vontade de um dia conhecer o museu do Instituto Histórico e Geográfico de Vitória. Quando é que esse trabalho vai estar disponível pra gente assistir?

    Um abraço!

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